sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Amor Incondicional e Direito de Posse

Amor Incondicional e Direito de Posse

Esse tema é muito difícil pra se falar.
Ele mexe com todos os seus sentimentos e emoções.
Passa pelo amor, paixão, tesão, inveja, raiva, empatia, gozo, doação, posse, ciúmes, amor (repeti mesmo porque é muito importante), cumplicidade, maturidade, egoísmo, tristeza, alegria, cansaço, adrenalina, endorfina, exaustão, amor(olha ele de novo) e tudo mais.
É como me dizia um grande amigo ”Você tem que descer aos porões da alma, tirar lá do fundo, um sentimento puro, sem contaminações, sem invejas, egoísmos tra lá lá tra lá lá.
Não to falando que é amor que sai de lá, pode ser qualquer coisa, mas é pura.
Será que não é compaixão, dó, companheirismo, ou só paixão, tesão ou amor mesmo, na essência?
Pode ser qualquer coisa. O importante é que se você consegue ir buscar ele nos porões da alma, puro, exato, você enxerga a realidade que pode doer ou não, em você ou em outras pessoas.
Você pode descobrir que é amor mesmo, de verdade, mas pode já ter perdido a pessoa, ou ela não te corresponder, ou pode descobrir que é um amor fraternal, sem carne e fazer sofrer alguém.
Atenção!! Não faça isso na sua casa, sem acompanhamento de profissionais. Pode ser muito perigoso.
Descer realmente lá pode te trazer grandes revelações.
O problema de quando agente ama é isso. O amor nos domina de tal forma que queremos dominar nosso objeto de amor. Queremos ser donos dele. Temos a posse e não abrimos a mão. Quando tem paixão e muito tesão junto é caso de morte.
Tem muitos casais que se casaram vivem juntos durante muitos anos e não percebem que o amor acabou, ou nem existiu, não desceram aos porões para verem a verdade nua e crua de seus sentimentos, mas mesmo sem amor, com um sentimento disfarçado de amor a posse não se desfaz.
E tem ciúmes. Brigam pela posse, não toleram a hipótese de perder o osso, querem roer até acabar, se agarram mesmo.
Outro dia desci ao porão para verificar umas coisas.
Descobri que amo mesmo, mas percebi que meu direito de posse estava muito grande e me questionei muito.
Vou contar como foi porque esse papo já ta muito chato, ta faltando pimenta!!!

Eu e minha metade temos uma relação muito forte e muito antiga.
Passamos anos transando muito quase todo dia, eu casado ela também.
Mas era todo dia. Se não nos encontrávamos nos falávamos e nos masturbávamos por telefone uma paixão sem fim. Só não transamos pelo Pager que na época era novidade, mas usei o vibrador dele pra brincar com ela ma vez.
Depois nossos destinos nos afastou um pouco, ficamos alguns anos sem nos ver e finalmente nos reencontramos. Barbaridade!!! Aquilo que existia anos atrás ainda pulsava, estava vivo, forte.
E com nossa maturidade ficou melhor ainda. Nosso sexo perdeu todas as barreiras, supera todos os preconceitos, é intenso, gostoso livre. Um Tesão com letra maiúscula.
Falamos de pinto e xana com toda normalidade, nem podia ser diferente, olhamos fotos, visitamos sites, comentamos os prazeres das imagens, replicamos os vídeos tudo na mais perfeita ordem.
Mais um dia aconteceu. Sexo a 3 ? foi a pergunta. E não veio de mim, veio dela.
Em outras conversas já havíamos falado dessa tara. Hum!! Que tesão que me da duas mulheres juntas. Ela fazendo um cachorrinho em minha parceira enquanto eu acariciava seus seios ,beijava sua boca, tocava seu grilinho em meia a língua e lábios da outra parceira, sua bundinha, nossa que tesão!!!




Conversamos muito durante uma tarde cheia de adrenalina, pois ela tinha recebido o convite de uma amiga que adora fazer isso, com homem , mulher, junto separado, qualquer coisa e essa amiga sempre colocou o desejo de tê-la na carne, só que agora mudou, ficou sabendo de mim, ouviu histórias contadas pela minha parceira e além de deseja-la ficou com vontade de mim também.
Mas ai o sentimento de posse apareceu junto com as dúvidas, e falamos muito.
Quero mais não sei se quero, não sei se aguento ver vc fazendo cachorrinho em outra mulher, comendo outra mulher, beijando, aff. Todo tipo de medos, e com toda razão. Acho que esse sentimento de posse ta normal, dividir esse amor com outra pessoa, assim? É foda hein.
Mas ate ai tudo certo. O que me preocupou não foi isso, acho que ta normal.
Já tínhamos conversado que eu tinha essa tara e que ela também tinha a tara de transar com dois homens, coisa de curiosidade, tesão sei la, mas tinhamos.
E eu fui claro, sem nenhum tipo de atrito entre nós, que apesar de ser muito aberto, com ela né, não via nenhuma chance de rolar dois homens, que não me sentiria bem, que brocharia e tudo mais.
Mas com duas mulheres eu topo.
E ai?
Como percebi que ela tava tensa enquanto combinávamos o enrosco, que se preocupava com a reação que eu poderia ter nessa transa louca, louca sim, tem muita gente que acha normal, que pratica com dois, três, quantos forem, mas quase nunca são pessoas envolvidas com sentimentos e a grande maioria vai de casal mesmo, porque na civilização em que vivemos, na cultura em que fomos criados o normal é isso, pelo menos por enquanto, então, ela estava preocupada com a hipótese de me ver comendo outra mulher, beijando, chupando e sendo chupado e tudo mais e com razão, resolvemos combinar o que poderia rolar ou não.



Pode isso não pode aquilo, não pode beijar não pode comer, só pode um cachorrinho e fomos controlando, tentando prever o que seria possível ou não.
Nessa hora conversamos se havia realmente vontade de fazer isso. Se ela tinha vontade de fazer, tinha tesão numa coisa dessas. Ela disse que sim, mais sua maior preocupação era o meu tesão, Não que faltasse isso pra gente, nunca faltou, mas uma novidade uma tara antiga de moleque.
E eu achando que tomei a melhor das atitudes fiz o seguinte.
Combinei que toparia. Iríamos os três, se ela realmente quisesse.
Que deixaria a amiga se deleitar em seu corpo, que estaria junto e curtindo muito o seu tesão, que permitiria que ela se deleitasse da forma que quisesse com todo meu apoio e que não faria nada com a amiga, resistiria a qualquer coisa e só teria relações com ela. Mas certamente sentiria tesão com isso, afinal é uma tara que se realizaria, talvez não completamente mas se realizaria.
Eu realmente achei que estava fazendo a coisa certa, permitindo meu tesão pela coisa, mas não interagindo com a amiga, mas desfrutando dos sussurros e deleites que as duas iriam me proporcionar. Foi ai que caiu a ficha e me fez descer aos porões da alma.
Que egoísta hein.
Com duas mulheres vendo xana e peito pra todo lado, talvez uma passadinha de mão ali, um carinho ali, você topa, você permite que apesar de ela ter vontade, curiosidade, ela se exponha, exponha seu objeto de amor para outra pessoa desde que seja mulher?
Não. Você tá errado.
Se existe amor mesmo para os dois, o sentimento de posse não pode superar isso. Quem ama quer que o parceiro se realize, tenha muito prazer se complete e se a maturidade sexual permite então que essas coisas possam rolar. Se é uma coisa para acontecer com os dois juntos os dois tem que ter prazer, mas meu egoísmo se mostrou, percebi que tava permitindo uma coisa que era de meu interesse só porque eram duas mulheres.
Adoro vê-la gozar e acho que vou adorar vê-la gozar muito numa situação dessas.
Mas e se ela quisesse amanha fazer com dois homens você ia gostar de vê-la gozar?



Foi ai que saquei meu sentimento do porão e não permiti que o egoísmo contaminasse.
Se ela me ama e é capaz de aceitar uma mulher junto conosco, sem egoísmo, eu tinha que ser igual, não por ser, mas, porque o amor não pode aprisionar nem ser unilateral. Se percebe prazer nela e pra você juntos com outra mulher e vê que ela esta superando um egoísmo para se satisfazer também, mas, mais para o seu prazer, não é justo você ser egoísta e me fui obrigado, obrigado mas de peito livre a lhe contar que se fosse da sua vontade também superaria meu orgulho e egoísmo para satisfazê-la.
Deixei claro que amor por ela é incondicional, e não deixaria que nada que eu deseje possa abalar essa amor que quero, mas que tenho também que entender as suas vontades.
Falei que não tinha a menor ideia de qual seria minha reação, raiva, ódio, tristeza. Disse que provavelmente eu brocharia e no final ela ia ficar com um só, corria o risco disso sim.
E que depois de todos essse turbilhões de emoções, agente ia, entre mortos e feridos, verificar o que sobrou.
Tenho consciência de meu amor por ela e do dela por mim. Nossa relação cada dia mais forte mais quente, mas, não sabia qual seria o resultado de tudo.
Dei um jeito dela ficar sabendo dessas coisas.
Só tinha uma certeza, no dia seguinte eu teria um dia maravilhoso de sexo junto dela, das suas pernas, e coxas, peitos e lábios, com um, dois, três ou quatro e essa transa foi maravilhosa.





Ainda naquela noite discutimos muito sobre o sim e o não, hora tesão, hora stress, ora vontade hora ciúmes ,é um tema muito complexo, depende realmente de muita maturidade e agora, o besta aqui, já tinha falado dos porões, das justiças e da possibilidade de se conversar sobre a hipótese de dois homens.
Par ajudar, a amiga que estava interessada entrou no skype e ficou falando com ela, botando pilha. “Que quero, que vou, convence ele”, como se eu precisa-se de ser convencido, e ficou pilhando a historia.
Bom um no muro da direita, o outro no muro da esquerda, ninguém desce, ninguém se define. Terminou que deixamos tudo meio no ar. Dos três só quem tinha uma posição definida era a amiga. Essa queria mesmo. Nos dois não fomos muito claros.
Eu, ainda sendo injusto e não tomando uma posição definitiva, deixei que ela resolve-se, afinal eu sempre confirmei que tenho essa tara e era ela que nesse momento estava com muitas dividas, então a deixei resolver conforme estivesse se sentindo a vontade, marcamos o horário do encontro e fomos dormir, quem me dera, foi uma noite longa.
No dia seguinte fui ao ponto de encontro, cheguei antes e fiquei esperando.
Era uma ansiedade muito grande. Será que ela resolveu vir sozinha? Será que vai trazer a amiga? Foram alguns minutos de muita ansiedade.





De repente vejo o carro dela encostar ao meu lado.
Quando olhei ela tava lá.
Linda, morena com um sorriso gigante na boca, um rosto de realização por estar ali.
Desci do carro e me aproximei da janela quando pude ver um par de coxas exuberantes, seios magníficos, tudo exalando sexo e prazer.
Era ela que daqui a alguns minutos eu iria desnudar cada peça de roupa, experimentar cada pedacinho do seu corpo.
Era ela mesma, a minha companheira, sozinha com muito amor e sexo pra gente desfrutar, juntos.
Fomos para o motel e fizemos somente alguns poucos comentários sobre a história de sexo a três.
Deitei sobre ela, ainda de roupas e começamos a nos beijar e fazer carinhos, enquanto nos amassávamos falava em seus ouvidos como poderia ter sido se amiga tivesse vindo.
Que enquanto a amiga estaria fazendo um cachorrinho nela eu a estaria beijando profundamente, acariciando seus seios, ajudando a amiga massageando seu grilinho ao mesmo tempo que sua língua recolhia seus sabores.
Não sei exatamente as taras que seriam possíveis de realizar, mas, imagino o que ela gostaria e continuei.
Falava dela beijando a amiga e lambendo meu pênis, as duas se divertindo muito, claro que o bacanão aqui também né! Dela de quatro, comigo penetrando em sua vagina enquanto ela recebia beijos e carinhos em seus seios. Aposição de quatro é maravilhosa uma penetração muito gostosa mais tira um pouco de acesso aos parceiros. Enquanto de quatro não pode receber um beijo delicioso e molhado, o carinho nos seios é restrito e os corpos ficam mais afastados, e com a amiga junto, experimentaria varias sensações diferentes.
Essas palavras aumentaram muito nosso desejo que já estava enorme.



Falei de como gostaria que a coisa acontecesse, os carinhos que faria, que gostaria de receber, gostaria de var a amiga colocando meu pênis da vagina da minha companheira e ela colocando meu pênis na vagina da amiga, ajudando o calor, ai que tesão!!!!!
Falei também do que ela gostaria de fazer se fossem dois homens, já que ta na chuva, deixa molhar né! Confesso que não gostei muito de ouvir, mas dancei conforme a música e curti também a brincadeira.
Ela disse que tem vontade de chupar um pênis enquanto esta tendo uma penetração, adoraria duas penetrações ao mesmo tempo, anal e vaginal, falou até em três. Mais um na boca? Eu perguntei, e ela disse sim, gostaria de usar todos os seus buracos, chegar ao limite do tesão. Que sacana hein!!!!
Tiramos nossas roupas e a troca de carinho foi muito intensa. Pescoço, lábios, seios, barriga.
Cachorrinho Hum!!!! Parece que todo esse movimento e conversa estimulou ela ainda mais. Foi um gozo tão gostoso, mas tão gostoso!! Seus sussurros e gemidos foram e arrepiar.
Deitei por sobre ela, papai e mamãe. Nossa!!! Como tenho um bom controle pra segurar meu gozo fiquei sobre ela quase meia hora. As vezes mais rápido ou mais forte, profundo, as vezes mais lento pra controlar a explosão,e ela gozou, uma, duas, três, quatro vezes seguidas, e eu sem parar os movimento, só diminuía a velocidade e a intensidade. Entre uma e outra eu nem acreditava quando ela demonstrava e dizia, vou gozar de novo, não para, não para.
Paramos porque agora ela queria sexo oral, afinal de contas eu ainda não tinha recebido nada naquele dia.
Ai ela sacou de chantili, Nutella, morango, uvas. Nossa foi tanta fruta, tanto boquete!!!
E lambia meu pênis todo, de cima em baixo. Minhas bolas. Brincou um pouquinho onde normalmente não pode, que é na minha bunda, mas naquele dia tudo podia.
E enquanto ela brincava eu acariciava seu grilinho e pude vela gozar outras vezes, com meu pênis em sua boca, gemendo, ai senhor, foi de mais.
Trocamos de lugar, agora o chentili e Nutella eram meus. Forrei sua vagina e grilinho com chantili, e fiz um cachorrinho pra lá de gostoso. Cuidado com a diabetes, ela dizia.
Tiramos fotos, filmamos tudo. Lindo.
Olha juro que é verdade. Fiquei umas três horas de pinto duro, sem gozar e brincamos muito. A temperatura subia e descia, é claro, um pinto completamente teso pronto pra explodir não fica tanto tempo, mas agente controlava tudo com maestria.
De quatro, papai mamãe. Fomos variando. Com muita calma até o momento chegar e a mente não conseguir segurar mais.
No momento do meu gozo pedi para ela virar e me chupar pois, queria que ela sentisse meu sêmen espirrando em seu rosto com muita força, pra ela poder sentir o tamanho da vontade que eu estava de explodir.
E assim foi. Uma delícia. Uma tarde interia de sexo maravilhoso. E não precisamos de ninguém a mais pra curtir isso.
Toda essa conversa de sexo a três, apesar de ter trazido stress trouxe também muito estímulo, muito tesão e ajudou a aumentar nossa maturidade, nossa cumplicidade, nosso amor.
Sexo a três é só sexo. Não traz junto o amor que compartilhamos sempre.
Um dia, quando mais maduros e mais famintos por sexo, com nosso amor protegido e separado do sexo, sem inseguranças ou duvidas vai rolar, ai eu conto pra vocês.

Godeli

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Fusão a 3.000 graus



Fusão a 3.000 graus


Deve ser essa a solução pra tanto amor e tanto tesão.
É porque quando a gente ta numa situação dessa não há nada que resolva.
Agente pega na mão e ela ta suada. Aperta, entrelaça os dedos e aperta forte, quer segurar, uma só já não basta, tem que ser as duas.
Ai abraça. Ai ai ai. No abraço tem que encostar o corpo todo. Puxa na cintura encosta a barriga, as coxas, pernas entre pernas, joelho um pouco dobrado, da vontade de subir até encostar na vagina ou no pênis, no saco.
Nesse abraço ainda estamos se beijando, quente molhado. Mas logo para. Da uma paradinha no beijo pra encostar os seios no meu peito, ainda de roupa, mas já começando a tirar, abrir a blusa apertar seus seios bem apertado como se fossem fugir, por baixo do sutiã, ai sim o abraço começa a se completar.
Se os corpos estiverem arrepiados então, os biquinhos duros, tenros, o calor dos seios aquecendo meu peito, aff.
Nessa hora as mãos já cansaram umas das outras e desfilam pelas costas, nuca, bunda.
Ai senhor !! Que coisa gostosa que é uma bunda pra passar a mão, abraçar de costas, uma encochadinha básica, sentir ela se encaixando em você, já excitado, ela sentir seu pênis já se apresentando... mas, voltemos ao abraço.
Os hormônios já estão fazendo seu papel e aquecendo todo o corpo, que responde, já existem sussurros, arrepios, já estamos quase perdendo o controle.
E voltam os beijos, ora na boca, no pescoço, um suspiro no ouvido uma lambidinha e um beijo mais demorado, muita língua e lábio enquanto tiramos o resto da roupa.
Expomos todo o nosso corpo e nos deliciamos entra beijos, lambidas e chupadas.
Sexo oral. Os dois. Nem sempre da certo ao mesmo tempo, às vezes a concentração é melhor quando faz um de cada vez, mas o importante é ver o prazer do parceiro não em receber, mas, em pratica-lo em você.
Quando faço um cachorrinho em você e sinto seu corpo se entregando ao meu, nossa, quando você goza então, pode ate demorar mais é uma recompensa. Ouvir seu gemido, sua respiração ficar ainda mais ofegante, seu corpo se contorcer enquanto eleva os quadris, vira para um lado para o outro e vai, não resiste mais e goza muito, profundo, gostoso.
Ai você vem e faz um boquete em mim.
Sua língua lambendo o corpo do meu pênis, a cabeça as bolas, enquanto sua mão massageia meu pênis junto com a boca e põe ele todo na boca, você se diverte, curte muito e isso é que faz ficar maravilhoso.
As vezes você quer também mexer na minha bundinha. Até pode. Vale tudo quando estamos mesmo a vontade, mas, é só ali, na portinha, ta? Nada de estupro.
E enquanto a temperatura sobe, nós deitados vamos nos encaixando.
Quando agente se encaixa não precisa nem por a mão, o pênis já vai sozinho pro lugar certo, você já esta pronta receptiva, ardendo de tesão, pulsando.
Meu pênis entra em sua vagina suave e se perde em seu calor.
É ai que começa a fusão.
A minha intimidade é a sua, é uma só.
Eu me mexo e você responde, agente se move junto, se entende, geme junto, sussurra.
Os pés estão juntos, as mãos, as bocas. Meu peito todo debruçado sobre o seu. Respiro o mesmo ar que você exala, minha saliva se mistura a sua, tudo esta junto.
Nessa hora parece que os pelos dos poros também estão de enrolando uns nos outros, dando nó pra não escapar.
Minha vontade e de entrar todo meu corpo dentro da sua vagina, e a vontade dela é que eu entre.
Com o corpo já sem controle, tremendo de tesão, prontos pra explodir a temperatura vai subindo, não sei quantos graus, mas é alta.
Acho que falta só aquele rabinho que os Navi têm. Aqueles do filme Avatar. Queria ter um daqueles pra juntar ao seu e fazer parte da sua corrente sanguínea da sua mente que tenho certeza que já é minha.
Ai agente goza junto...
Não sei nem o que falar, não da pra contar.
Nessa hora acho que agente atinge um tipo de Nirvana, é uma coisa meio zen.
E como nos desenhos ou imagens que agente vê dois corpos se misturando e virando um só.
A boca, cabeça, tudo se deforma e se mistura, virando um só.
A temperatura subiu tanto que quando acabamos de gozar a gente da espaço um pro outro, afinal precisamos respirar e somos feitos de carne.
Nosso corpo físico não suporta tanto calor e aquilo que quase se fundiu por completo acaba se separando.
Ainda abraçados, ainda dentro de você mas com a distância um pouco menor.
Os pelos se soltam e precisamos de alguns minutos pra voltar ao nosso estado carnal. Sim carnal sim.
Porque tenho certeza que nessa hora, quando misturamos nossos fluidos, nossa parte espiritual se fundiu mesmo. Acho que é feito de plasma ou algo parecido. Lá nesse plano a fusão aconteceu. Por alguns instantes meu corpo e meu espírito eram o seu, era o nosso, era um só.
Mas como somos humanos e temos que cumprir nossa missão como humanos, nossos espíritos se dividem novamente, não por completo porque tem alguma coisa sua que esta agora em mim.
E voltamos a ser seres normais, mas só até amanhã, porque daqui a pouco já começa a vontade incontrolável de se apertar e se fundir de novo.
Enquanto carne, não podemos nos fundir, mas enquanto alma, somos um só.
É pena que acaba e agente se separa, ou não, podemos fazer de novo, sei lá.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Amor de Pica... Fica


Amor de Pica... Fica







Fomos amantes durante vários anos e por um motivo que não ficou muito claro nos afastamos por um período.
Eu trabalhando demais.
Ela também.
Envolvidos com o trabalho e famílias, acabou que permitimos que um espaço se cria-se entre nós.
Trabalhávamos na mesma empresa falávamos esporadicamente por telefone e raramente pessoalmente.
Havia três ou quatro anos que não nos encontrávamos quando fomos, a trabalho, a uma feira de negócios.
Passamos a tarde toda até o início da noite trabalhando normalmente. Trocávamos olhares provocantes, sorrisos e até algumas palavras obscenas, tudo dentro da maior normalidade entre um casal que já se conhecia na cama.
Como já conhecíamos o nosso calor, não resisti. Fiz um convite para lhe dar uma carona pra casa. Ela resistiu.
Não. Não. Não.
As mais diversas desculpas esfarrapadas.
Mas como tudo que é bom só se consegue com muita insistência não desisti e por fim consegui convencê-la.
A partir daí, a última hora de feira foi a mais longa de que já participei.
A ansiedade já dominava os pensamentos. A expectativa de conquista-la de novo ou não.
As lembranças de nossos momentos já se apresentavam em meu corpo. Já excitado, suando, ansioso demais.
Mas isso era o que eu sentia. Não tinha como saber como ela estava se sentindo. Quais suas expectativas, seus desejos.
Achei que eu estava a milhão e nem imaginava o furacão que estava ao meu lado.
Quando acabou o serviço saímos da feira e ao chegar no carro consegui arrancar, ou melhor, trocar com ela um beijo maravilhoso, daqueles de paixão, longo bem molhado, como se estivéssemos nos paquerando a muito tempo e naquele dia nos conquistamos.
No caminho já não tínhamos muitas opções. Era tarde eu tinha horário para chegar em casa e ela também. Optamos então pelo drive –in.
Eu diria perfeito.
Entramos no drive in e fomos para um box disponível.
Nossa !!! Muito tesão. Achei que eu estava maluco, mas era fichinha.
La estava deslumbrante.
Rapidamente, sem conversa, passamos para o banco de traz.
Ela foi primeiro. Tudo muito rápido. Quando cheguei no banco ela já estava sem suas calças e calcinha. Acho que ela passou a tarde sem roupas porque até hoje não sei como pode ser tão rápida.
Quando passei entre os bancos ela foi me puxando.
Sentei e não tive nem reação. Imaginei que iria ter um carinho, um boquete, um malho. Nada.
Antes de me sentar ela já estava abrindo minhas calças. Arrancou mesmo. Nem sei se abriu zíper, cinto. Só sei que quando vi sua mão já estava tirando meu pênis da cueca.
Consegui sentar. Já de pinto bem duro, muito excitado.
Quando pensei em beija-la ela veio de lado. De lado mesmo. Direcionando sua vagina, totalmente molhada, quase gozando em minha direção.
Meu pinto entrou nela antes que ela estivesse em um colo, na passagem entre estar de lado e subir em cima de mim ele já estava lá dentro. Delícia.
Que volúpia!!!  Que tesão.
Nada iria conseguir tirar meu pinto de dentro dela, ou melhor, tirar a xana dela do meu pinto.
O fato é que era tanto tesão reprimido, tanta vontade repousando entre nós que estávamos dominados.
Enfim, no meu colo, ela começou a cavalgar deliciosamente, enquanto podia ouvir seus gemidos e sussurros.
Pude então apertar seus seios e passar a mão em sua bunda enquanto sentia seu grilinho se esfregar em meu pênis.
Sua vagina não estava mais lubrificada. Eu podia sentir seu gozo escorrendo para minhas pernas, éramos uma coisa só, subindo e descendo, se apertando, se beijando, se gozando, até que ela explodiu mais uma vez, só que agora explodi junto.
Um gozo quente, longo. Eu gemendo, ela também, juntos, assim que é bom. Se beijando. Nossa!!
Deu até suador agora.
Não nos esquecemos. Ainda conhecíamos os detalhes de cada um e ali, no meio de muita língua, muito suor e muita porra minha e dela, assinamos e somos amantes feitos um para o outro e seremos amantes fervorosos até o fim de nossas vidas.
Isso já faz uns quinze anos e ainda trepamos com a mesma volúpia e as vezes até mais!!!!
Foi a melhor rapidinha no drive in da minha vida.

Te amo amor.

Godeli


É. No carro também é bom né.







quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

quero saber...♥♥♥♥

Façam o que quiserem, e quando forem ter um orgasmo, apenas nos avisem” 

Homem bom de cama faz sexo sem nojinho

Sexo que é bom faz uma bela sujeira. Começa com saliva escorrendo por entre as pernas e termina com cumshot no corpo da garota. Com sorte, dá para molhar a cama toda de squirts, a ejaculação feminina.
Baba, suor e lubrificação se misturam. Quanto mais fluidos corporais, melhor – eles fazem a pele deslizar e dão ritmo aos movimentos. Vale cuspir e lambuzar o outro, percorrer a língua por seus orifícios, pôr tudo na boca. Gostoso mesmo é quando os dois acabam encharcados, com calor à flor da pele.
O homem bom de cama sabe disso. E abocanha o seio da garota até fazê-la gemer, então desce roçando os lábios sobre a sua barriga, alcança o seu clitóris e esfregar a barba no meio das pernas, sentindo prazer em sujar ali o rosto todo, e em vê-la se retorcer.
Aliás, que rapaz não gosta de ver a menina cair de boca no seu pau? A brincadeira perde toda a graça quando a parceira segura o pênis com a ponta dos dedos e se recusa a fazer boquete. Ou se ela faz sem vontade, apressadamente, com cara de dor-de-barriga.
E, considerando que sexo é uma troca, diria que esses homens não mereciam sentir esse prazer.
Ainda mais se pensar que a maioria dos homens não tem nem o cuidado de aparar os pentelhos – se esse for o seu caso, recomendo que ao menos passe a tesoura por ali, pois é muito desagradável enfiar o nariz em uma bola de pelos. E olha que as mulheres geralmente costumam ter muito mais cuidados de higiene íntima.
Muitos afirmaram que só fazem sexo oral por medo de serem considerados gays ou de serem traídos. Já aqueles que não fazem sexo oral, disseram ser, principalmente, por não gostarem do cheiro ou do gosto da vagina, porque ela é muito úmida ou tem muitos pelos. Alguns assumiram que são egoístas mesmo. Bem, dá para perceber. 

Você está fazendo sua parte?

Imagina então como as mulheres se sentem quando eles não fazem sexo oral? É frustrante. Se a autoestima da garota não é lá essas coisas, chega a bater a deprê quando vê que ele não quer nem experimentar o gostinho do seu sexo.
A recém divulgada pesquisa realizada pela marca de higiene íntima Sex Wipes apontou que grande parte das mulheres anda frustrada com a performance deles na cama.
Quase metade dos entrevistados (43%) afirmou não realizar sexo oral nas parceiras com frequência, enquanto 78% deles recebe boquete quase sempre. Fica evidente o descompasso entre dar e receber
Agora, se a mulher está muito úmida, parabéns! Isso provavelmente significa que ela tem muito tesão em você e que você está fazendo seu trabalho direitinho. Deixe de frescura e continue a lamber o seu clitóris, que quanto mais molhada, mais prazer ela sente.
Apenas um terço das mulheres sentem orgasmo com penetração e 40% das brasileiras nunca gozaram durante o sexo. Ou seja: homens estão mandando muito mal.
Se você não quer que sua garota fique frustrada na cama contigo, melhor pôr essa língua para trabalhar.

Sexo Oral. Tudo de bom !!!










O sexo oral é uma coisa fantástica.
Que delícia mesmo!!!
Pra mim tem muito mais intimidade do que a penetração.
Quem não gosta de ver sua parceira fazendo sexo oral?
Ver ela lamber de um lado, do outro, por todinho na boca, lamber de novo a cabeça, o corpo, tudo.
Olhar pra você e você sentir que ela está curtindo muito fazer isso, vixi!!!
Mas o que será que ela esta pensando nessa hora?
Será que esta pensando na penetração?
Pensando em você fazer sexo oral nela?
Querendo ver o quanto tesão ta fazendo você sentir?
Querendo te levar ao gozo e sentir seu sabor?
Acho que ela pensa um pouquinho de cada coisa, ou nem pensa, nem percebe que ta pensando.
Na verdade ela tá se lubrificando ainda mais, ta se excitando, relaxando todos os músculos e nervos de sua vagina e mais que isso, ela esta dando prazer a você e nessa hora é isso que importa pra ela, é isso que ela quer.
E que mulher não quer receber a mesma coisa?
Mas tem que saber fazer!!!
Toda mulher gosta de um carinho com os dedos, da penetração e tudo mais, mas nenhuma mulher gosta de ser invadida.
Não é só colocar o dedo lá e pronto.
Na maioria das vezes nem precisa.
Mulher gosta de carinho, com vigor, mas carinho.
Tem que saber tocá-la com força e suavidade, acariciar seu grilinho pra cima, pra baixo, de um lado, do outro, buscar a lubrificação em sua vagina e massagem, muita massagem, as vezes rápida, as vezes apertado as vezes de leve.
E o sexo oral?
Pelo menos eu faço assim e parece que é bom!!!
Começo com um beijo longo profundo, segurando no pescoço, com sabor, com calor.
Beijo o pescoço e o ouvido, derramo um sussurro sensual ou de paixão, se ela arrepiar, aff!
Ai vou aos seios, beijo os dois pra ninguém ficar com vontade, uma mordidinha no biquinho um aperto de mão cheia, uma lambidinha na auréola.
Desço pra barriga, o umbigo e vou além.
Uma lambida generosa entre as coxas, atravesso de um lado para o outro pela região pubiana, me aproximo mais não chego lá ainda, provoco mesmo.
Sem pressa.
Uma rodeada pelos lábios de sua vagina e enquanto passo de um lado para o outro deixo escapar uma raspadinha de leve no seu grilinho que nessa hora já esta durinho, latejando de tesão, pronto pra você.
Ai eu vou. Lambo seu grilinho pra cima, pra baixo pra um lado, pro outro.
Desço até a entrada da vagina e volto, uma lambida longa até em cima. Passo o queixo de barba mal feita nele e observo: e qual jeito ela gosta mais, perguntar até pode, mas se descobrir seus desejos sem que ela fale ela vai gostar muito mais.
Muita paciência, porque o tempo da mulher é diferente do tempo do homem.
Mulher precisa relaxar seu corpo e mente para chegar ao orgasmo. Precisa confiar no parceiro, se entregar.
Ai você aumenta a velocidade, usa a ponta da língua, sobe e desce, de lado, chupa um pouquinho e ela vai chagando no ápice.
Qualquer distração ou pensamento diferente e ela volta uns dez passos pra traz e você com calma paciência e desejo recomeça os movimentos.
Mais forte, mais rápido, sobe, de lado, desce, deixa a sensação crescer pra ela.
E quando ela percebe que não tem mais domínio sobre o corpo, que agora é seu, que todos os músculos do seu corpo responderam aos seus movimentos, ela explode.
Num gozo longo e profundo. Sem forças nem pra falar, só consegue sussurrar um nome, tomara que seja o seu. Solta um gemido gostoso e se larga. Exausta de tanto tesão e prazer. Seu corpo sua. Seus olhos se fecham, Seu sorriso se abre.
A noite ta só começando.
O coito agora é mais leve. Ela ta pronta pra te receber Ta pronta pra dividir com você o prazer que você deu a ela.
Se você conseguir chegar a essa intimidade com sua parceira, se os dois estiverem na mesma sintonia, buscando a mesma troca vocês podem dizer e assumir:
Sim, nós somos amantes.


Godeli

Quem não fez... um dia vai fazer !!!




17:58h.
A ansiedade já batia forte, batimento acelerado.
Celular na mão e nada.
Segurar o celular na mão não é suficiente. Tem que estar olhando pra ele que está disponível, vibração ligada, toque no último volume e nada.
Quase tropeço andando na calçada de um lado para outro com os olhos no display do celular esperando uma mensagem.
Nada.
Impressionante mas o volume de coisas que passam pela nossa cabeça quando estamos na expectativa faz com que a gente perca a noção do tempo.
Uma eternidade e o relógio já mostra 17:59h
Nada.
De repente ele vibra, toca, grita e a mensagem chega.
“-Já saiu todo mundo. Pode subir”
O coração dispara. 120 passos, cerca de 100 metros até a portaria, parece uma maratona.
Me identifico ao porteiro e vou para o elevador.
9º andar.
No elevador procuro o número e percebo as mãos suadas. Aperto o botão e o elevador apesar dos mais modernos parece lento e conto juntamente com as luzes que passam a cada andar, 1,2... 5...7... a cada andar verifico no display do elevador até que surge o número mágico: 9.
Uma voz quase sensual sussurra... “Nono andar”.
Saio para o saguão e posso vê-la. Sorrindo com um olhar deliciosamente malicioso.
A recebo e sou recebido com um beijo profundo, longo, quente e molhado.
Entramos pelo escritório e fechamos as portas.
La dentro caminhamos entre os móveis quase tropeçando enquanto mantemos constante nosso beijo.
As mãos que já se procuraram se desprendem e passeiam por nossos corpos.
Enquanto o beijo se prolonga posso acariciar seus seios ainda protegidos mas já excitados de forma que posso sentir seus mamilos cheios por cima da blusa e sutiã.
Minha mão desce e sente o calor de suas pernas, a delícia da sua bunda que adoro acariciar e posso sentir entre suas pernas a roupa úmida de alguém que já está pronta, lubrificada, pulsando de desejo.
Com o beijo constante vamos até a sala de reunião onde existe uma mesa bem grande, aos tropeços, passando pelos móveis sem nem sequer reparar, já que nossos olhos e bocas permanecem grudados, assim como nossas línguas duelam por um espaço único, já que nossas bocas agora são uma só.
Encostamos na mesa. Entre sussurros e palavras picantes de dois amantes, sorrisos e risos já que a quantidade de emoções desse momento é muito grande.
Junta-se ao tesão a saudade de estar junto pois já havia uma semana que estamos sem se ver, sem se tocar, soma-se a emoção de uma transa no escritório, onde sempre tem a chance de alguém aparecer.
Uma transa com muito tesão, saudade e muita adrenalina, aff!!!!
Suas mãos apressadas a soltar meu cinto, que nessa hora sempre engancha. A calça já apertada com meu pênis duro pressionando a roupa ao mesmo tempo em que retiro sua blusa e sutiã quando minha boca consegue chegar ao bico dos seus seios, durinhos deliciosos.
Quando ela consegue abrir a calça, afasta minha cueca e segura firme em meu pênis que esta ereto...hum... que delícia!!! É quase uma penetração e quando ela sussurra... ”Nossa! Que delícia!! Esta muito duro!!!”
A pressa toma conta de nós como se fosse a última transa de nossas vidas.
Tiro sua calça e calcinha.
Ela se deita sobre a mesa. Arrasto uma cadeira e me sento enquanto ela se aproxima da beirada da mesa, apoia os pés nos braços da cadeira, ficando ambos em uma posição exageradamente confortável onde, agora com tranquilidade posso beijar sua vagina, lamber sua perna, seu grilinho. Enquanto ela puxa seu grilinho expondo sua parte mais sensível a procura de um prazer profundo, coloco meus dedos dentro da sua vagina e acaricio a parte superior que tem aquelas ruguinhas como o céu a boca.
Tudo funciona como sincronizado naturalmente e enquanto a língua percorre rapidamente seu clitóris, de um lado para outro, de cima para baixo, uma chupada mais funda, uma lambida mais longa e os dedos internamente acariciando acompanhando os movimentos do seu corpo, percebendo a profundidade da sua respiração que varia conforme começa a gozar.
Um sonho. Ela se retrai com toda a energia que o gozo proporciona, seus olhos semiabertos, não há palavras, as vezes só consigo escutar sussurrar o meu nome.
Imediatamente coloca sua mão na posição para encaixar meu pênis em sua vagina quando podemos de uma certa forma dar continuidade ao seu gozo que se junta ao que teve no sexo oral como se fosse um só.
Com ela ainda deitada, abro sua vagina com uma de minhas mãos. Molhada. Deliciosa. Da quase para ver o sangue pulsando e com sua mão direciona meu pênis para seu interior.
Uma penetração sem pressa. Sinto o calor da sua vagina dominando meu pênis enquanto respiramos mais ofegantes. O líquido de seu gozo embebendo a cabeça do meu pênis, quase escorrendo enquanto ela demonstra um “quero mais” infindável.
Peço um beijo e ela se aproxima de mim.
A mesa parece feita sobre medida. Nos encaixamos perfeitamente, sem esforço. Não preciso me abaixar nem levantar os pés enquanto ela está confortável com os pés apoiados no braço da cadeira, e, enquanto nos beijamos profundamente mantemos o movimento de entra sai de sua vagina, perfeitos, como uma dança, como se uma música nos embalasse...
Vai... vai... vai, acelera coloca bem fundo apertando sua vagina contra meu pênis, sentindo meu saco encostar totalmente nela, vai... vem... vai... vem..., aperta, respira beija vai... vai... vai..., e alcançamos o gozo, juntos. O calor se expande da nossa genitália para todo nosso corpo, tudo em chamas.
Permanecemos mais um pouco nos beijando, enquanto nossas pernas e braços ainda moles pela grande descarga de energia e amor que trocamos ali tentam se equilibrar.
Fica ali, naquela sala, as marcas de uma rapidinha maravilhosa e inesquecível que só pode acontecer entre dois amantes como nós.


Godeli