17:58h.
A ansiedade já batia forte, batimento acelerado.
Celular na mão e nada.
Segurar o celular na mão não é suficiente. Tem que estar olhando pra
ele que está disponível, vibração ligada, toque no último volume e nada.
Quase tropeço andando na calçada de um lado para outro com os olhos no
display do celular esperando uma mensagem.
Nada.
Impressionante mas o volume de coisas que passam pela nossa cabeça
quando estamos na expectativa faz com que a gente perca a noção do tempo.
Uma eternidade e o relógio já mostra 17:59h
Nada.
De repente ele vibra, toca, grita e a mensagem chega.
“-Já saiu todo mundo. Pode subir”
O coração dispara. 120 passos, cerca de 100 metros até a portaria,
parece uma maratona.
Me identifico ao porteiro e vou para o elevador.
9º andar.
No elevador procuro o número e percebo as mãos suadas. Aperto o botão e
o elevador apesar dos mais modernos parece lento e conto juntamente com as
luzes que passam a cada andar, 1,2... 5...7... a cada andar verifico no display
do elevador até que surge o número mágico: 9.
Uma voz quase sensual sussurra... “Nono andar”.
Saio para o saguão e posso vê-la. Sorrindo com um olhar deliciosamente
malicioso.
A recebo e sou recebido com um beijo profundo, longo, quente e molhado.
Entramos pelo escritório e fechamos as portas.
La dentro caminhamos entre os móveis quase tropeçando enquanto mantemos
constante nosso beijo.
As mãos que já se procuraram se desprendem e passeiam por nossos
corpos.
Enquanto o beijo se prolonga posso acariciar seus seios ainda
protegidos mas já excitados de forma que posso sentir seus mamilos cheios por
cima da blusa e sutiã.
Minha mão desce e sente o calor de suas pernas, a delícia da sua bunda
que adoro acariciar e posso sentir entre suas pernas a roupa úmida de alguém
que já está pronta, lubrificada, pulsando de desejo.
Com o beijo constante vamos até a sala de reunião onde existe uma mesa
bem grande, aos tropeços, passando pelos móveis sem nem sequer reparar, já que
nossos olhos e bocas permanecem grudados, assim como nossas línguas duelam por
um espaço único, já que nossas bocas agora são uma só.
Encostamos na mesa. Entre sussurros e palavras picantes de dois
amantes, sorrisos e risos já que a quantidade de emoções desse momento é muito
grande.
Junta-se ao tesão a saudade de estar junto pois já havia uma semana que
estamos sem se ver, sem se tocar, soma-se a emoção de uma transa no escritório,
onde sempre tem a chance de alguém aparecer.
Uma transa com muito tesão, saudade e muita adrenalina, aff!!!!
Suas mãos apressadas a soltar meu cinto, que nessa hora sempre
engancha. A calça já apertada com meu pênis duro pressionando a roupa ao mesmo
tempo em que retiro sua blusa e sutiã quando minha boca consegue chegar ao bico
dos seus seios, durinhos deliciosos.
Quando ela consegue abrir a calça, afasta minha cueca e segura firme em
meu pênis que esta ereto...hum... que delícia!!! É quase uma penetração e
quando ela sussurra... ”Nossa! Que delícia!! Esta muito duro!!!”
A pressa toma conta de nós como se fosse a última transa de nossas
vidas.
Tiro sua calça e calcinha.
Ela se deita sobre a mesa. Arrasto uma cadeira e me sento enquanto ela
se aproxima da beirada da mesa, apoia os pés nos braços da cadeira, ficando
ambos em uma posição exageradamente confortável onde, agora com tranquilidade
posso beijar sua vagina, lamber sua perna, seu grilinho. Enquanto ela puxa seu
grilinho expondo sua parte mais sensível a procura de um prazer profundo,
coloco meus dedos dentro da sua vagina e acaricio a parte superior que tem aquelas
ruguinhas como o céu a boca.
Tudo funciona como sincronizado naturalmente e enquanto a língua
percorre rapidamente seu clitóris, de um lado para outro, de cima para baixo,
uma chupada mais funda, uma lambida mais longa e os dedos internamente acariciando
acompanhando os movimentos do seu corpo, percebendo a profundidade da sua
respiração que varia conforme começa a gozar.
Um sonho. Ela se retrai com toda a energia que o gozo proporciona, seus
olhos semiabertos, não há palavras, as vezes só consigo escutar sussurrar o meu
nome.
Imediatamente coloca sua mão na posição para encaixar meu pênis em sua
vagina quando podemos de uma certa forma dar continuidade ao seu gozo que se
junta ao que teve no sexo oral como se fosse um só.
Com ela ainda deitada, abro sua vagina com uma de minhas mãos. Molhada.
Deliciosa. Da quase para ver o sangue pulsando e com sua mão direciona meu
pênis para seu interior.
Uma penetração sem pressa. Sinto o calor da sua vagina dominando meu
pênis enquanto respiramos mais ofegantes. O líquido de seu gozo embebendo a
cabeça do meu pênis, quase escorrendo enquanto ela demonstra um “quero mais”
infindável.
Peço um beijo e ela se aproxima de mim.
A mesa parece feita sobre medida. Nos encaixamos perfeitamente, sem
esforço. Não preciso me abaixar nem levantar os pés enquanto ela está
confortável com os pés apoiados no braço da cadeira, e, enquanto nos beijamos
profundamente mantemos o movimento de entra sai de sua vagina, perfeitos, como
uma dança, como se uma música nos embalasse...
Vai... vai... vai, acelera coloca bem fundo apertando sua vagina contra
meu pênis, sentindo meu saco encostar totalmente nela, vai... vem... vai...
vem..., aperta, respira beija vai... vai... vai..., e alcançamos o gozo,
juntos. O calor se expande da nossa genitália para todo nosso corpo, tudo em
chamas.
Permanecemos mais um pouco nos beijando, enquanto nossas pernas e
braços ainda moles pela grande descarga de energia e amor que trocamos ali
tentam se equilibrar.
Fica ali, naquela sala, as marcas de uma rapidinha maravilhosa e
inesquecível que só pode acontecer entre dois amantes como nós.
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Quero um homem carinhoso assim, aonde encontro?
ResponderExcluirQuando encontrar me fala o lugar! Homem que faz sexo oral? Extinção
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